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03/05/2020

Os túmulos de um guarda civil e de um policial nacional são profanados em ritual de vodu

Saudações, querido amigo. Eu sou Amira Asmodea, e hoje quero compartilhar uma história que toca na encruzilhada inquietante onde o luto, a violência e os reinos invisíveis se encontram. Na tranquila cidade valenciana de Moncada, duas sepulturas foram perturbadas sob circunstâncias misteriosas e inquietantes — os lugares de descanso de um guarda civil e de um policial nacional foram profanados, e os vestígios deixados falam de um ritual imerso em simbolismo sombrio, possivelmente de natureza vodu.

Os túmulos de um guarda civil e de um policial nacional são profanados em ritual de vodu

Vamos começar com os fatos: em meio ao alarme global do coronavírus, duas sepulturas foram atacadas no cemitério de Moncada. As vítimas não foram aleatórias — o primeiro, Agustín Gómez Pérez, um cabo da Guarda Civil, assassinado em 1986 durante um roubo; o segundo, Jhon Visied, um policial nacional que morreu alguns meses depois em um ataque terrorista. Eram homens que tiveram fins violentos, suas sepulturas marcadas pela dor e pela memória.

Investigadores descobriram sinais que apontam fortemente para um ritual de vodu. Galinhas decapitadas e ensanguentadas foram encontradas dentro dos caixões — um símbolo sombrio, mas poderoso. Sangue e sacrifício têm um significado profundo em muitas tradições de magia popular; são frequentemente vistos como formas de invocar espíritos ou ligar energias. Em uma das nichos, um símbolo satânico também foi desenhado, adicionando camadas de mistério e escuridão à cena.

No momento, não há detidos, embora se acredite que a ação tenha sido realizada por várias pessoas.

Tais ações levantam questões imediatas: por que profanar túmulos, especialmente daqueles que serviram e protegeram? Na minha experiência e pelo conhecimento de muitos praticantes, os túmulos são espaços delicados — portais onde o mundo espiritual toca mais de perto o nosso. Perturbar um túmulo é alcançar o equilíbrio entre este mundo e o próximo, muitas vezes buscando manipular ou invocar forças além do comum.

Escolher túmulos de vítimas que morreram violentamente não é incomum em certas práticas rituais obscuras. Esses lugares são considerados carregados de energias intensas — dor, raiva, injustiça — que podem ser aproveitadas ou transformadas por meio do ritual. Neste caso, a escolha também carrega um peso político ou simbólico, pois as vítimas eram agentes da lei e a profanação ocorreu em meio a uma crise social, a pandemia de COVID-19.

A Guarda Civil assumiu a investigação, que permanece aberta e sem suspeitos identificados. O esforço enorme necessário para mover lápides pesadas e realizar esse ritual durante as medidas de lockdown destaca a determinação por trás disso. Foi planejado, deliberado.

Acredita-se que esses túmulos tenham sido escolhidos porque as vítimas morreram de forma violenta.

Historicamente e tradicionalmente, a magia negra e as práticas de vodu ocasionalmente aparecem em casos onde as pessoas buscam controle ou proteção durante momentos de medo e incerteza — assim como agora, durante a crise global de saúde. Muitos sussurram que em tempos desesperados, as pessoas recorrem à magia para obter força ou vingança — mas as energias que invocam podem ser imprevisíveis, confusas, às vezes trazendo dor a lugares desconhecidos.

Então, o que podemos aprender com este episódio perturbador? Primeiro, que o reino espiritual nunca está longe dos assuntos humanos, especialmente da nossa dor e raiva. Carregamos nossas histórias—nossas feridas—para o domínio dos espíritos, às vezes com intenções sombrias. Em segundo lugar, a importância de abordar tais mistérios com respeito, compreensão e cuidado. Rituais envolvendo túmulos e sangue não devem ser tratados levianamente.

Para aqueles de nós que praticam a bondade, proteção e cura na arte, esta história é um lembrete das responsabilidades que assumimos como trabalhadores da magia. É sempre melhor caminhar com os olhos abertos e um coração gentil, para honrar tanto os vivos quanto os falecidos em todas as nossas práticas.

Se você se sente atraído a explorar magias protetoras ou maneiras de limpar espaços em tempos incertos, saiba que rituais simples com ervas, velas e intenção consciente podem oferecer tanto aterramento quanto proteção — ferramentas humildes para navegar pelas sombras sem abrir portas das quais possamos nos arrepender.

Obrigado por viajar comigo neste canto sombrio da prática oculta e dos acontecimentos da vida real. Que seu caminho seja claro, seu espírito firme e sua magia enraizada na luz e no cuidado. Continue explorando, questionando e tecendo suas próprias histórias poderosas nesta vasta tapeçaria do invisível.